Luzes brilhando em CERES.

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spica Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  Bonetti em Qui 26 Fev 2015, 14:06

No dia 19/02/15 a sonda Dawn da NASA capturou imagens de Ceres onde mostra luzes brilhando dentro de uma cratera. Os cientistas ainda não sabem afirmar o que pode ser. Especulam que pode ser gelo refletindo luz, porém, a resolução da câmera da Dawn a esta distância deixa a desejar.

A sonda Dawn capturou as imagens a uma distância de pouco mais de 29 mil milhas (+ ou - 47 mil Km) de distância e a sonda esta em curso de aproximação que deverá ocorrer me 06 de Março deste ano.

A NASA continuará o monitoramento de CERES até lá.

Segue link da matéria em inglês.

http://www.disclose.tv/news/Strange_lights_on_dwarf_planet_Ceres_leave_scientists_speechless/114690?utm_content=buffer892db&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer
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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  PauloM em Qui 26 Fev 2015, 18:38

Muito legal essa notícia! CERES pode surpreender!
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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  domingos.cjm em Sab 13 Jun 2015, 03:43

Do meu ponto de vista estas luzes brilhantes em Ceres podem ser a confirmação da teoria do Universo Elétrico s/ a formação das crateras, ou seja, seriam uma descarga elétrica.
Pela teoria do universo elétrico as crateras nas luas e planetas seriam resultado de descargas elétricas tendo como origem o espaço sideral q não seria neutro, pois é composto de plasma eletricamente carregado. Mesmo no nosso planeta terra podemos observar fenômeno paralelo nos Sprits, q são descargas elétricas com origem na camada de plasma mais densa q recobre nosso planeta. Pense bem, pq as crateras tem uma circunferência perfeita? Isto só seria possível se fosse resultado de um impacto a 90º, a gravidade de Ceres não pode justificar a alteração da trajetória de um cometa de forma a a ser atingido neste ângulo.

Para uma melhor perspectiva do q estou dizendo vc pode ver o vídeo abaixo:
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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  Bruno em Sab 13 Jun 2015, 10:01

domingos.cjm escreveu:- Do meu ponto de vista estas luzes brilhantes em Ceres podem ser a confirmação da teoria do Universo Elétrico s/ a formação das crateras, ou seja, seriam uma descarga elétrica. Pela teoria do universo elétrico as crateras nas luas e planetas seriam resultado de descargas elétricas tendo como origem o espaço sideral q não seria neutro, pois é composto de plasma eletricamente carregado.
- as crateras tem uma circunferência perfeita? Isto só seria possível se fosse resultado de um impacto a 90º
Seja bem vindo domingos.cjm.
Os indícios dos processos de formação das crateras lunares por impactos físicos são bastante sólidos para determinarem as formas delas, desde as menores depressões até às imensas bacias com os seus múltiplos anéis. A superfície da Lua é recoberta por uma fina e espessa camada de pó (regolito), consistindo na mistura das partículas desagregadas das rochas sob a ação dos efeitos químicos, do vento solar, dos raios cósmicos e dos micrometeoritos.
Estudos efetuados nas amostras lunares trazidas pelos astronautas das missões Apollo, revelaram que em até alguns centímetros de profundidade a porosidade desta fina camada de pó pode chegar a uma taxa de quase 50%. No entanto, à medida em que a profundidade aumenta, esse valor se reduz gradualmente onde o solo fora compactado pelo impacto. Por isso a densidade geral do solo lunar é pouco mais da metade das rochas das quais ela se originou.
Quanto à profundidade sabe-se existir uma redução acentuada na relação entre a profundidade e o diâmetro de uma cratera, indicando a profundidade em que um impacto atingiu o regolito, além de pequenos crateramentos meteoríticos e deformações em suas estruturas químicas que foram causadas pelos átomos de Hidrogênio provenientes do vento solar.
Somente nas crateras de diâmetros superiores encontramos blocos de rochas nas suas bordas.
O regolito aumenta a sua espessura em função da escavação produzida na rocha por impactos e pelo transporte horizontal de massas. Uma estratigrafia ali revela estratos bem definidos e mostram locais em que o regolito cresceu pela deposição de sucessivas camadas de pó.
O regolito engrossa em um determinado lugar, enquanto em outro fica menos consistente, justamente porque os detritos vieram das crateras por impactos no local.
Embora os meteoritos também escavem o solo com várias intensidades, a maior parte do solo escavado vai ser depositado a certa distância desses impactos (capa de ejetos), e como os grandes impactos são mais raros do que os pequenos, o ritmo de crescimento do regolito em uma determinada área pode diminuir com o tempo. Quanto mais espesso se tornar o regolito menores serão o número de impactos capazes de atravessá-lo.
As crateras lunares variam em diâmetro desde uns poucos metros até vários quilômetros quando medidas de uma borda à outra, e podemos distinguir na Lua estruturas circulares ainda maiores contendo uma série de anéis concêntricos de montanhas, e sequências de picos isolados com arcos montanhosos bem definidos.
Por exemplo, na bacia do Mare Imbrium encontramos três desses anéis, e essas bacias são crateras gigantecas criadas pelo impacto de grandes corpos com vários quilômetros de diâmetro, cuja energia liberada no impacto foi tão grande que ao invés de formar-se uma borda circular e com um pico no centro, produziram-se estruturas anulares múltiplas.
O que viria a ser então o tamanho de uma determinada cratera? Como a quantidade de crateras diminui com o aumento do seu diâmetro, vamos necessitar de uma definição mais precisa desse diâmetro. Nós sabemos que a distância de uma borda a outra define o diâmetro de uma cratera, mas o que seria então essa borda? Constatamos que a sua posição parece variar bastante no decorrer de um dia lunar. O perfil de uma cratera pode ser tal que se o Sol estiver lançando a sua luz muito baixo na superfície lunar, o ponto mais alto da borda projeta então uma sombra em seu interior, o que em condições diferentes poderiam nos levar a subestimar o tamanho de uma cratera em realidade bem maior ou menor.
O maior problema seriam as crateras mais antigas que são mais rasas, a ponto de em certos momentos elas se mostrarem quase imperceptíveis.
Portanto, algumas divergências entre os diâmetros constatados nas crateras são devidas a diferenças no ângulo de iluminação pelos raios solares incidentes.
Nas crateras menores encontramos uma ausência de bordas salientes e de uma capa de ejetos, ou a área externa do local do impacto que fora escavado e lançado para fora contendo rochas e detritos.
As pequenas crateras encontradas no regolito são pequenas cavidades revestidas de vidro produzido pela fusão durante o impacto. As amostras que foram recolhidas e analisadas durante o programa Apollo provaram isso. Sem esquecer-mos de mencionar os reflexos luminosos (em alguns casos, nas estruturas vítreas encontradas no regolito e em áreas de impacto) registrados nas fotos dos programas de explorações lunares Rangers e Lunar Orbiters.
Quando se aumentam os diâmetros das crateras, há nelas uma redução na sua profundidade quando o diâmetro ultrapassa os 30 metros. Nessas crateras, as bordas se elevam com nitidez, e vem acompanhadas de uma capa de ejetos com rochas e fragmentos maiores (matacões). Essas são as crateras que atravessaram o regolito e escavaram o sub-solo, permitindo estimar a espessura do regolito das áreas na superfície lunar.
A observação das deposições dos ejetos dentro das crateras mostram um escurecimento da estratigrafia que existia anteriormente, ou uma sobreposição estratifigráfica visível. Quando os materiais escavados a profundidades maiores foram depositados dentro e bem próximo de uma cratera, nos limites da capa de ejetos encontramos os materiais que originalmente ocupavam as posições mais superficiais.
Nas crateras com diâmetros superiores a um ou dois quilômetros encontramos as crateras secundárias que passam a desempenhar uma função importante na formação dessa capa de ejetos, na proporção em que os blocos e os fragmentos ejetados do interior dela alteraram as áreas mais próximas, parcialmente ou totalmente.
Cerca de 20% da capa de ejetos de uma cratera são constituídas de materiais provenientes da própria cratera, e os outros 80% restantes são materiais da superfície que foram revolvidos pelos ejetos primários a eles misturados.
Nas capas de ejetos mais recentes, como na cratera Aristarchus por exemplo, podemos constatar configurações que possuem a forma de dunas concêntricas, e são as chamadas cristas radiais, vindo finalmente as crateras secundárias.
As crateras maiores da Lua sofreram e ainda sofrem modificações estruturais bastante complexas, desde as que contém simples depressões circulares (com formato de taça), até às crateras gigantescas com dezenas e dezenas de quilômetros, onde as bordas acabam resultando em fundos mais rasos, com as paredes escalonadas e com contornos acentuadamente irregulares. A inclinação das paredes internas dessas crateras podem chegar a uns 30º, e nas externas verificaram medidas menores do que 15º, o que facilitam muito os desmoronamentos causados por acomodações nas camadas de rochas e também tremores causados por reajustes térmicos no regolito.
Os perfis das crateras também se modificam perceptívelmente ao longo do tempo, surgindo então configurações causadas pelas tensões geradas durante o impacto. Eles apresentam picos centrais, anéis de picos e até estruturas gigantescas contendo múltiplos anéis (bacias), com diâmetros abrangendo até milhões de quilômetros quadrados.
As crateras mais recentes tem como característica predominante os sistemas de raias ou raios brilhantes, e que se espalham pela superfície se destacando notadamente durante a lua cheia.
Com o passar do tempo, essas estruturas serão os primeiros elementos constituintes das crateras mais jovens a desaparecerem.
As superfícies das rochas recentemente expostas são mais reflexivas do que os fragmentos submetidos às radiações, e que bombardearam a lua durante todos esses milhões de anos.
Podemos supor então com segurança que essas faixas brilhantes se desvanecem à medida que os ejetos inicialmente claros de uma cratera são fundidos por impactos secundários, e ainda apresentam escurecimentos por causa das radiações ou quando são misturadas com o regolito nos locais de deposição.
Vários fatores podem afetar a evolução de uma cratera após o desaparecimento de seus raios brilhantes. Os principais processos dessa degradação são a destruição por impacto, o soterramento e a acomodação resultante da deposição e da erosão. Por exemplo, se uma nova cratera se forma margeando a borda de outra com um tamanho semelhante ou um pouco menor, boa parte da estrutura original dessa cratera poderá ser alterada e com alguns poucos impactos a cratera original poderá desaparecer por completo.
As paredes das crateras também são desgastadas por um grande número de pequenos impactos, e essa erosão em menor escala vai com o tempo aterrando o interior de uma cratera e nivelando a com a sua borda, o que vem a suavizar as suas formas.
Se uma cratera não for destruida totalmente, poderá ser preenchida ou soterrada por lavas dos mares oriundas de possíveis crateras de origem vulcânica, ou então por ejetos das crateras próximas.
Consequentemente as que hoje vemos são apenas uma pequena fração de todas as crateras que já existiram desde a formação da Lua.

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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  domingos.cjm em Sab 13 Jun 2015, 12:55

Ok Bruno, vc tem contato com a teoria padrão s/ a formação das crateras, esse tipo de explicação eu já li ao longo da minha vida, mas a grande questão é q estatisticamente é impossível aceitar q todas as crateras resultantes de impactos tenham ocorrido num ângulo de 90º, portanto algum outro fenômeno teria de necessariamente explicar pq é tão comum crateras de formato perfeitamente circular e em alguns casos até com formato hexagonal, ocorre q a hipótese de descargas elétricas justifica de forma perfeita essas duas questões.
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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  Bruno em Sab 13 Jun 2015, 16:35

domingos.cjm escreveu:estatisticamente é impossível aceitar q todas as crateras resultantes de impactos tenham ocorrido num ângulo de 90º, portanto algum outro fenômeno teria de necessariamente explicar pq é tão comum crateras de formato perfeitamente circular e em alguns casos até com formato hexagonal.
Somente impactos com ângulo muito raso ou menor que 20º causam as crateras alongadas. As crateras não se formam apenas pela transmissão de movimento do meteoróide para o solo lunar, mas também pela explosão dele. A desaceleração no impacto após penetrar algumas dezenas de metros abaixo do regolito provoca a sua explosão, formando uma cratera como se uma bomba tivesse sido detonada naquele ponto do subsolo. Isso não é uma teoria padrão, a análise estratigráfica das amostras trazidas (testemunhos) corroboram esse mecanismo.

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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  domingos.cjm em Sab 13 Jun 2015, 19:00

A hipótese de q descargas elétricas são responsáveis pela maioria das crateras não exclui a ocorrência de impactos eventualmente testemunhados, mas a questão da angulação não é o único problema com a teoria dos impactos. Diferença hemisférica nos impactos é um dos problemas melhor explicados pela teoria elétrica. Pq crateras menores aparecem preferencialmente nas bordas ou no centro de crateras maiores? Uma chuva de meteoros necessariamente produziria vários impactos em ângulos menores q 20º graus, mas os mesmos não são encontrados em profusão equivalente. Como explicar as crateras hexagonais?

Mais um vídeo s/ a questão das crateras.

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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  Bruno em Sab 13 Jun 2015, 20:29

Na superfície lunar as fraturas por impactos nos basaltos de "mar" podem formar estruturas e colunas hexagonais (Cratera Copérnico por exemplo).

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Mensagem  Marcos Poncio em Seg 15 Jun 2015, 08:44

Não lembro onde eu li ou assisti. Mas também não existe uma teoria que essas crateras foram feitas por erupção na formação desses astros?
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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  Bruno em Seg 15 Jun 2015, 09:58

Os dados e fotos obtidos pela sonda LRO - Lunar Reconnaissance Orbiter - da NASA revelaram a presença de vulcões de silicatos inativos, que apesar de não serem do mesmo género dos vulcões basálticos, apresentavam estruturas e características como os domos (estruturas em forma de bolha), e que seriam sinais evidentes de atividade vulcânica num passado remoto. Entretanto a lava dos mares pode também ter escondido alguns detalhes da história geológica da lua, incluindo as atividades vulcânicas. Os estudiosos já sabem que os vulcões na lua preencheram as crateras para criar os mares escuros visíveis da terra, no entanto estes fluxos de lava são de natureza basáltica. A descoberta de vulcões não-basálticos no lado oculto da lua mostra que ela tem uma composição mais diversificada do que se pensava.




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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  domingos.cjm em Ter 16 Jun 2015, 10:15

Estes domos tb poderiam ter como origem descargas elétricas.


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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  domingos.cjm em Ter 16 Jun 2015, 10:23

A grande questão é q a humanidade erra ao eliminar a possibilidade de a eletricidade estar por trás dos fenômenos cosmológicos.
Nesse sentido nada melhor q (re)ver p/ entender.

Descarga elétrica em Io.
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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  domingos.cjm em Ter 16 Jun 2015, 17:00

Caldeira vulcânica ou faísca cósmica?


Esquerda: Cratera de 3 milímetros eletricamente gravada em arenito. Crédito: Cj Ransom, VEMASAT Labs.
Direita: 150 metros "claraboia" marciana. Imagem original crédito: NASA/JPL/University of Arizona


Experimentos de descarga elétrica no plasma replicam características marcianas.
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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  domingos.cjm em Ter 16 Jun 2015, 19:47

E vc tb pode ver a atuação de descarga elétrica em outros corpos estelares.

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spica Re: Luzes brilhando em CERES.

Mensagem  Bruno em Ter 16 Jun 2015, 21:43

Em 2013 a NASA conseguiu captar a formação de uma cratera na lua, quando um bólido a 90.000 km/h chocou-se contra a sua superfície. No mapa ela está marcada na área em vermelho:



Uma relação da eletricidade com as crateras lunares é conhecida, quando as partículas eletricamente carregadas que compõem o vento solar deixam carregadas as crateras nos polos lunares e no terminador. Ao incidir nas bordas dessas crateras o vento solar pode erodir e alterar a morfologia das encostas diretamente abaixo do fluxo.

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