NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Seg 27 Jul 2015, 21:53

Detalhe interessante p/ meditar s/ a foto acima, o q dá brilho a imagem é o fogo, q é plasma. O cometa Churyumov-Gerasimenko q a sonda europeia Rosseta está orbitando é tão escuro quanto o pavio da chama q queima na estação espacial, "negro como o asfalto" costumam dizer. Frequentemente se atribui o brilho de outros objetos espaciais a capacidade reflexiva de sua superfície e nada comentam s/ a fina camada de plasma mais denso q pode estar cobrindo o tal objeto estelar (lua, planeta, cometa....).

Agora veja a imagem abaixo, é uma foto de plutão, até algum tempo considerado o planeta mais distante do sistema solar até ser rebaixado. Se sua superfície fosse tão reflexiva quanto a de um espelho ele seria realmente capaz de brilhar, como na foto, por conta de um Sol q de tão distante mais parece com uma estrela ou ele brilha pq a camada de plasma q o recobre reage a energia do Sol e brilha como uma lâmpada fluorescente?

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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Seg 27 Jul 2015, 22:38

cyllaz escreveu:Nossa, que caos...
A groso modo, os corpos celestes não todos imãs gigantes ?? essa é a força a qual a teoria propõe para aglutinar a matéria??
Esquema básico s/ a formação de galáxias, mas q tb serve p/ a formação de estrelas. Nele vc vê a área onde ocorre o z-pinch (Aperto-Z traduzido, a letra 'Z' é uma referência as dimensões X Y Z).



No espaço a imagem destas correntes de Birkeland seriam como na foto abaixo, e é justamente nestes filamentos q se tem constatado o surgimento de estrelas.

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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Seg 27 Jul 2015, 23:59

cyllaz escreveu:A terra é sim um planeta rochoso, o que eu quis dizer com ela estar em estado liquido, é que a maior parte de sua matéria, esta em estado liquido e não plasmático, a maior parte...

A teoria que o Sol expeliu todo esse material é muito interessante, mas como esse material conseguiria escapar do campo "gravitacional" do sol ?
É muito material, muita massa, as erupções solares não expelem tanta matéria assim, apenas partículas super carregadas que bombardeiam nossa magnetosfera...

E se isso é verdade, por que ainda hoje não temos enumeros planetas sendo formados e expelidos pelo Sol ?? essa erupção é tão rara assim a ponto de não acontecer mais, ou a ponto de correr apenas a bilhões de anos ??

E por que um sistema solar compostos de enumeros planetas como o nosso é tão raro ? de acordo com essa teoria as estrelas mais velhas eram para ser forradas de centenas de planetas em orbita...
Uma das características observadas recentemente no Sol é a aceleração dos 'Ventos' solares, isso ocorre p/ estas partículas de energia são expelidas com uma polaridade diferente da do Sol. O mesmo ocorreria com um planeta ou estrela q fosse expelido (estrela, é isso mesmo, vários sistemas solares binários tem sido observados e isto ocorreria por sobrecarga na corrente de Birkeland quando da formação da primeira estrela).

Este fenômeno não tem sido observado no nosso sistema solar com maior frequência pq o nosso Sol é mais estável e pq não é toda hora q ocorre.
A Teoria do UE não advoga estrelas com centenas de planetas, muito embora vc tenha milhares de asteroides...
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Ter 28 Jul 2015, 00:51

Um fenômeno comum em Marte e q tb ocorre no nosso planeta são os tornados q no planeta vermelho costuma ser chamado de Dust Devil (poeira do diabo), pela teoria do UE isto é um fenômeno de descarga elétrica.

No Brasil


No Japão


Em Marte


Detalhes interessantes p/ se notar, pouco vento no entorno do tornado no Brasil/Japão, dia de sol e com nuvens brancas 'normais' no Brasil, em Marte a atmosfera não tem densidade suficiente p/ criar correntes de ar, no entanto dust devils são uma constante.
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  Bruno em Ter 28 Jul 2015, 20:00

domingos.cjm escreveu:em Marte a atmosfera não tem densidade suficiente p/ criar correntes de ar.
Em 2012 a estação meteorológica do Curiosity detectou mudanças atmosféricas ligadas às tempestades de areia regionais e globais em marte, e os sensores registraram quedas na pressão atmosférica provocando inclusive um aumento nas temperaturas noturnas mais baixas.

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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Qui 30 Jul 2015, 15:45

No vídeo abaixo de mais de uma hora o pesquisador da NASA, Alan, discorre aos 23 minutos s/ as primeiras impressões s/ Plutão e comenta q planetas pequenos podem ser muito mais ativos do q se imaginava e q onda de maré não é a melhor explicação para essa atividade como se tinha tentado justificar p/ o terreno visto como tb recente em Tritão. Aos 36:30 o pesquisador reafirma claramente q não há onda de maré q justifique a renovação do terreno de Plutão. Desta forma geofísicos terão de repensar quais forças estão renovando o terreno destes dois objetos planetários.



Neste espírito de repensar os fenômenos q ocorrem no espaço é interessante olhar p/ o lado e ouvir o q outros teóricos tem a dizer. No site do UE, página 'imagem do dia' (TPOD), há um texto revendo conceitos s/ caldeiras vulcânicas em IO, lua de Júpiter, traduzido abaixo p/ aqueles q não dominam a língua inglesa.

TPOD
E ainda assim eles Movem
Publicado em 29 de julho de 2015 por Stephen Smith


Io em diferentes comprimentos de onda infravermelhos. A barra à direita de cada imagem indica a intensidade de emissão de infravermelhos. Crédito: Imke de Pater e Katherine de Kleer, UC Berkeley,


Caldeiras de Io continuam a confundir os cientistas.

Imagem do Dia anterior discutiu s/ várias previsões confirmadas sobre a atividade elétrica em Io, notadamente, o intenso arco elétrico entre a Lua e Júpiter. Imagens de Io indicam que a lua deveria ser entendida a partir da hipótese de descarga elétrica, em vez de a opinião comumente aceita. A maioria dos cientistas planetários pensam que Io está sendo "amassado" por forças de maré do campo gravitacional de Júpiter.

De acordo com um recente comunicado na imprensa, vulcões (como os cientistas planetários acreditam) estão em erupção em Io com plumas maiores e mais brilhantes que nunca. Imke de Pater, da Universidade da Califórnia em Berkeley, disse:

"Nós tipicamente esperávamos uma explosão enorme a cada um ou dois anos, e eles geralmente não são assim tão brilhantes. Aqui tivemos três explosões extremamente brilhantes, o que sugere que, se olharmos com maior frequência, poderíamos ver muitos mais deles em Io ".

Desde q Io é eletricamente conectada a Júpiter, essa variabilidade não é inesperada em um Universo Elétrico. As regiões mais ativas são encontradas ao longo das bordas dos chamados "lagos de lava," enquanto que o restante das umbras (sombras) escuras em torno deles são extremamente frias. Nenhum respiradouro vulcânico foi avistado. "Plumas" de erupção de gás e poeira movem-se em Io, como ilustrado pelo localizador de pontos quentes da Prometheus. No entanto, esse ponto já se moveu mais de 80 quilômetros desde que foi fotografado pela primeira vez pela Voyager 2. Especialistas da missão Galileo ficaram chocados quando eles perceberam que as plumas vulcânicas de Io também emitem luz ultravioleta, característica de arcos elétricos.

Imagens do vulcão Tvashtar, perto do polo norte de Io, revelam uma pluma vulcânica que se estende 290 quilômetros acima da superfície.

Como a Nasa a descreveu:
"A estrutura filamentar notável na pluma Tvashtar é semelhante aos detalhes ligeiramente vislumbrados em 1979 nas imagens da Voyager de uma nuvem semelhante produzida pelo vulcão de Io Pele. No entanto, nenhuma imagem anterior tirada por qualquer espaçonave mostrou estas estruturas misteriosas de forma tão clara. "

A maioria dos pontos quentes de Io parecem estar localizada entre 30 graus e 60 graus mais a leste do que os modelos de seu perfil de calor interno preveem, de acordo com recente artigo.

Christopher Hamilton, da Universidade de Maryland, disse:
"O inesperado deslocamento para o leste dos locais dos vulcões é um indício de que algo está faltando em nossa compreensão de Io. De certa forma, esse é o nosso resultado mais importante. Nossa compreensão da produção de calor de maré e sua relação com o vulcanismo de superfície está incompleta."

Do ponto de vista convencional, a estrutura filamentar das plumas de Io nunca será adequadamente explicada. Nem o movimento anômalo da caldeira através de sua superfície. Uma vez q Io e Júpiter estão imersos num campo eléctrico e q o fluxo de carga induzida entre eles dissipa mais de 2 trilhões de watts, o circuito eléctrico s/ Io está concentrando o intenso bombardeamento de Júpiter em diversos "canhões de plasma", ou focos densos de plasma.

Os cientistas da NASA reconhecem a atividade elétrica no sistema Joviano, mas não conseguem tirar a conclusão lógica.

Como o renomado físico do plasma. Anthony Peratt. observou:
"A penumbra filamentar aparente em Io pode ser a primeira verificação direta do mecanismo de 'canhão de plasma' trabalhando no sistema solar."

A variabilidade das chamadas erupções vulcânicas deve ser considerada como uma indicação da ligação eléctrica entre Júpiter e suas luas.
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Qui 30 Jul 2015, 20:33

Misteriosa pluma em Marte confunde cientistas
16 de fevereiro de 2015


Plumas observadas atingindo alturas muito acima da superfície de Marte estão causando um alvoroço entre os cientistas que estudam o clima no planeta vermelho. Em duas ocasiões distintas em março e abril de 2012, astrônomos amadores relataram características definidas como plumas em desenvolvimento no planeta.

As plumas foram vistas subindo para altitudes de mais de 250 km acima da mesma região de Marte em ambas as ocasiões. Para efeito de comparação, observações semelhantes feitas no passado não ultrapassaram os 100 km.

"Na altura de 250 km a divisão entre a atmosfera e o espaço exterior é muito tênue, portanto, as plumas relatadas são extremamente inesperadas", diz Agustin Sanchez-Lavega da Universidad del País Vasco, na Espanha, autor principal do artigo que apresenta os resultados na revista Nature.


Pluma de alta altitude em Marte

As plumas se desenvolveram em menos de 10 horas, cobrindo uma área de até 1.000 x 500 km, e permaneceram visíveis por cerca de 10 dias, mudando sua estrutura de dia para dia. Nenhuma das naves espaciais em órbita de Marte viu as plumas por causa do ângulo de visão e das condições de iluminação no momento.

No entanto, verificando arquivados de imagens do Telescópio Espacial Hubble tomadas entre 1995 e 1999 e de bases de dados de imagens amadoras que cobrem 2001-2014 revelaram nuvens ocasionais na borda de Marte, embora normalmente só até 100 km de altitude.

Mas um conjunto de imagens do Hubble a partir de 17 de maio de 1997 revelou uma pluma anormalmente elevada, semelhante ao q foi visto pelos astrônomos amadores em 2012. Os cientistas estão agora trabalhando para determinar a natureza e a causa das plumas usando os dados do Hubble, em combinação com as imagens tiradas por amadores.


Hubble espiões mistério pluma em Marte

"Uma ideia que discutimos é que as plumas são causados ​​pelo reflexo de uma nuvem de gelo de água, dióxido de carbono ou partículas de poeira, mas isso exigiria desvios excepcionais de modelos padrão de circulação atmosférica para explicar as formações de nuvens em tais altitudes elevadas", diz Agustin.

"Uma outra ideia é que elas estão relacionados com uma emissão da aurora, e na verdade auroras foram previamente observadas nesses locais, ligadas a uma região conhecida sobre a superfície onde existe uma grande anomalia no campo magnético da crosta", acrescenta Antonio Garcia Munoz, um bolseiro de investigação no ESTEC e co-autor do estudo da ESA.

O júri é ainda não decidiu sobre a natureza e o gênese dessas curiosas plumas de alta altitude em Marte . Novas perspectivas serão possíveis após a chegada das Traço Gas Orbiter ExoMars da ESA no Planeta Vermelho, com lançamento previsto para 2016.
_________________________________

Como se pode observar no artigo da ESA, a possibilidade de q as plumas estejam relacionadas com auroras - q são eventos eletromagnéticos - é aventada, mas a resistência cultural em aceitar o eletromagnetismo no espaço ainda é forte.
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Qui 30 Jul 2015, 21:20

Plumas de Marte pela perspectiva do UE


Tempestade de poeira marciana em Hellas Planitia. Note vórtices helicoidais na parte sul (esquerda). Crédito: NASA, JPL, Malin Espaço Ciência.

24 de julho de 2015

Finas nuvens são observadas centenas de quilômetros acima da superfície de Marte.

Recentemente, os cientistas planetários anunciaram a descoberta de plumas gigantes atingindo até 250 quilômetros da superfície marciana.

Agustin Sanchez-Lavega da Universidad del País Vasco, na Espanha escreveu na revista Nature:
"Uma ideia que discutimos é que as plumas são causados ​​pelo reflexo de uma nuvem de gelo de água, dióxido de carbono ou partículas de poeira, mas isso exigiria desvios excepcionais de modelos padrão de circulação atmosférica para explicar as formações de nuvens em tais altitudes elevadas."

Partículas de poeira poderiam ser a resposta. As tempestades de poeira que, ocasionalmente, engolem um hemisfério inteiro de Marte são discutidas várias vezes nestas páginas. Elas são causadas por demônios de poeira, realmente poeira aos turbilhões como tornados cujos topos atingem alturas maiores do que Mt. Everest-que parecem desenhar a superfície com pó através de milhares de funis e transportá-los por centenas de quilômetros. Os cientistas da NASA assumem que a radiação sincrotron (detectado no topo dos funis) é causada pela carga eléctrica acumulada nos grãos de areia que subsequentemente é descarregado em raios, mas que isso pode não ser o caso.

Em março de 2005 os proponentes do Universo Elétrico escreveram sobre a descoberta surpreendente de diabos de poeira girando através dos desertos marcianos. Câmeras no espaço, bem como sobre a superfície marciana, retornaram muitas imagens de grandes e incandescentes funis, remexendo através das planícies, deixando rastros escuros para trás.

O mais provável é que aqueles vórtices "altos como o céu" estejam forçando as plumas a subir muito acima da atmosfera do Planeta Vermelho. Mas, o que causa as tempestades de poeira marciana e por que elas são eletrificadas? O ar é 100 vezes mais fino em Marte e em média 75 graus mais frios do que na Terra. O ambiente parece ser muito seco, com apenas alguns experimentos sugestivos da sonda Phoenix indicando a eventual presença de água na forma de gelo. No entanto, as tempestades de poeira marcianos são maiores do que qualquer outro visto na Terra. Ocasionalmente, quando Marte está mais próximo do Sol, a poeira encobre todo o planeta.

Quando a Nasa estudou os diabos de poeira no deserto do Arizona, a fim de entender mais sobre os que foram vistos em Marte, eles encontraram um campo elétrico de até 10.000 volts por metro associado com diabos de poeira na Terra. Em tempo normal o campo elétrico da superfície da Terra varia entre 100 e 400 volts por metro. Isto sugere que diabos de poeira em ambos, Terra e Marte, são fenômenos de descarga elétrica atmosféricas semelhantes às brisas elétricas produzidas pelo "vento iônico" de purificadores de ar.

Na teoria do Universo Elétrico, nenhuma colisão de saltitantes grãos de areia é necessária. Separação de cargas elétricas já existe na atmosfera. Sem nuvens como as da Terra para enviar relâmpagos para baixo ao nível do solo, as descargas elétricas em Marte formam gigantescos turbilhões que são parte de um circuito elétrico interplanetário.

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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Qui 30 Jul 2015, 23:48

Abaixo vc tem um interessante vídeo da ESA sobre a sonda Rosetta e em seguida alguns comentários meus s/ assuntos informados e seus tempos no vídeo
===
REPLAY OF ROSETTA CONFERENCE
===

6:30 Planícies de poeira, gostaria de ve-los explicar como essa poeira se mantem agregada ao cometa apesar da baixa gravidade.

7:00 O cientista da ESA comenta q há uma montanha de mil metros de altura no cometa q poderia atrair praticantes de bond jump, mas a queda poderia demorar mais de 20 minutos por conta da baixa gravidade, por outro lado se o praticante pulasse com muita força poderia sair da órbita do planta. Interessante seria saber como há rochas na base desta montanha q não saíram flutuando por conta da hipotética explosão de geiseres.

7:30 Ondulações nas planícies de poeira, como elas se formaram?

9:00 Comenta s/ poços gigantescos, mas não era p/ o cometa estar coberto de poços e ventarolas?

9:30 Comenta s/ jatos saindo de partes sombreadas no cometa, portanto como fica a teoria de q o cometa estaria reagindo ao aquecimento solar?

12:00 Som da Philae tocando no solo do cometa no vácuo? Seja como for não parece a aterrissagem em um terreno macio como a neve.

48:00 Melhor momento energético da Philae será agosto.

1:00:30 Comenta s/ a temperatura e q a expectativa era de q na data da entrevista os cientistas esperavam q a sonda Philae estaria "morta" por conta do aumento da temperatura, ou seja, mais um paradigma de calor descongelante q não se confirmou.

1:03:00 Comenta s/ migração de planetas. Indício de q a teoria da acreção não apresenta as respostas p/ os sistemas planetários q se observam no universo.

1:06:00 Comenta s/ a formação de cometas e suas formas. Os teóricos do Universo Elétrico tem uma ótima resposta p/ este formato específico.

1:06:30 Comenta q o modelo de gelo sujo p/ descrição de cometas está errado!

1:07:00 Comenta q as estruturas semelhantes a crateras de impacto não são resultado de impacto.

1:07:30 O cometa é muito escuro e não é gelo! Gelo não é o elemento q cimenta o corpo do cometa.

1:18:00 Painel solar não esta coberto por gelo, novamente contrariando expectativas.
_______________________________________________________________________________________
Apesar de tudo os cientistas ainda se mantém presos a alguns paradigmas s/ a formação do sistema solar.

Com tanta revisão de paradigmas pq não rever a própria teoria geral?
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Dom 02 Ago 2015, 22:04

Um pouco mais s/ plasma...



... e eventos eletromagnéticos na atmosfera terrestre.

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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Ter 08 Set 2015, 21:48

Abaixo transcrevo artigo do site https://www.thunderbolts.info/wp/2015/09/04/electromagnetic-fire/ traduzido por mim s/ a teoria do Universo Elétrico.

Fogo eletromagnético
Publicado em 04 de setembro de 2015 por Stephen Smith


Uma explosão solar X2.2 março em 11, 2015 do Solar Dynamics Observatory da NASA (SDO). Esta imagem é uma combinação de duas imagens: registrada no comprimento de onda de 171 angstrom, o outra em 131 angstroms. Crédito: NASA / SDO / AIA

04 de setembro de 2015

É um Sol eletrônico

Vários componentes acoplados à, e conduzidos por, circuitos elétricos no espaço compreendem o cerne da teoria do Universo Elétrico. Partículas carregadas acelerando através de poderosos campos elétricos irradiam energia em muitas larguras de banda.

Filamentos incandescentes trançados às vezes são visíveis em "jatos" que jorram de estrelas e algumas galáxias. Esses filamentos são chamados de correntes de Birkeland, e são a parte visível de enormes circuitos eléctricos que formam a estrutura em grande escala do Universo. Os circuitos geram campos magnéticos que podem ser mapeadas, de modo que a forma helicoidal característica de correntes de Birkeland pode ser reconhecida, desde que possa ser vista.



O comportamento do plasma é dirigido pelas condições encontradas nesses circuitos. Flutuações do fluxo de corrente formam camadas duplas com enormes tensões voltaicas entre eles. Isto significa que forças eléctricas em camadas duplas podem ser várias ordens de magnitude maior do que a gravidade. Camadas duplas separam plasma em células que podem ter diferentes temperaturas ou densidades.

Como parte das interações galácticas, a teoria eletrônica do Sol postula que as manchas solares, erupções solares, aquecimento coronal anômalo e ejeções de massa coronal no Sol são também devido a mudanças na alimentação eléctrica que recebe da galáxia. Em outras palavras, o Sol é alimentado externamente, não internamente, e não é um reator de fusão autorregulado. Em vez disso, filamentos de correntes de Birkeland transportam eletricidade através da Via Láctea, fornecendo ao Sol mais ou menos energia à medida que passam pelo nosso sistema.

Em um Universo Elétrico, o comportamento de descargas de plasma é considerado o melhor modelo para simular a atividade solar. Experimentos de laboratório com uma esfera de carga positiva demostram que se forma um tórulo (torus em inglês) de plasma acima do seu equador. Descargas elétricas pontilham de tórulos (Saliência circular nas vagens de certas plantas) as latitudes médias e baixas da esfera. Espículas (jatos dinâmicos de cerca de 500 km de diâmetro no Sol. Movem-se para cima à uma velocidade de 20 km/s da fotosfera) são consistentes com o princípio de "ânodo de tufagem," um efeito de descarga de plasma esperado de um Sol electrónico carregado positivamente.

Imagens detalhadas dos filamentos de manchas solares, vistas claramente na penumbra de manchas solares, indicam que eles são vórtices carregados. Olhando para baixo em uma mancha solar significa ver as colunas rotativas de descarga de perfil. Descargas elétricas no plasma formam algo semelhante com tubos espiralados. Uma vez que são funis de plasma, os seus centros são mais escuros, onde as células de convecção parecem mais escuras que suas bordas.
O filamento maciço observado em associação com a erupção Solar de 11 de março, 2015 gerou uma explosão solar X2.2, revelando sua associação elétrica. Embora fosse um evento voltado para a Terra, ele não afetou sistemas de comunicação baseados na Terra ou no espaço. A Sol não tem sido tão violento durante vários meses desde essa data e parece estar entrando em uma fase mais quieta.

O pensamento convencional sugere que o Sol acelera partículas carregadas (explosões solares e erupções de destaque) no espaço da mesma forma que as ondas sonoras são amplificadas. O plasma da fotosfera surfaria em nossa direção por meio de "ondas-guias acústicas", conhecidas como tubos de fluxo magnético. Estruturas chamadas espículas sobem milhares de quilômetros acima da fotosfera e transportam o gás quente com elas.

No entanto, se o Sol é o local de carga positiva no que diz respeito ao plasma interestelar, manchas solares aparecerão quando descargas elétricas penetram na fotosfera, permitindo que a corrente elétrica flua em suas profundezas. Tubos de fluxo eletromagnéticos expõem o interior mais frio do Sol. A ideia de transferência de calor acústico a partir do núcleo não pode ser apoiada por quaisquer observações do Sol.

Isso ressalta as afirmações do defensor da teoria do Universo Elétrico, Wal Thornhill: "Embora muito tempo e recursos tenham sido despendidos no esforço de compreender estrelas com base em uma única ideia ultrapassada, os que estão familiarizados com os fenômenos de descarga de plasma tem prestado muita atenção aos fenômenos observados no Sol e encontrado simples explicações elétricas... É a visão de um engenheiro que oferece uma compreensão coerente de nosso verdadeiro lugar no universo (cosmologia) e percepções práticas para a futura exploração do espaço. Se o Sol brilha como uma luz elétrica 'ligada' ao Universo Elétrico, os testes objetivos tornam-se óbvios. Talvez, com uma compreensão real das estrelas poderemos chegar ao final da visão infantil do cosmos. "

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Mensagem  domingos.cjm em Ter 29 Set 2015, 00:10

A notícia é meio antiga (01/05/2015 15h15), mas é interessante por envolver o eletromagnetismo no espaço, coerente com a teoria do Universo Elétrico.

NASA afirma que tecnologia de propulsão espacial não é utopia e funciona no vácuo

A NASA afirmou que vem fazendo testes com a altamente controversa tecnologia de propulsão espacial chamada EmDrive e que ela realmente funciona.

A EmDrive se baseia na teoria da relatividade espacial de que é possível converter energia elétrica em impulso sem a necessidade de qualquer tipo de emissão, de acordo com o International Business Time. Segundo seus críticos, porém, pela lei da conservação do momento, para um impulsor ser projetado para a frente, algo deve ser empurrado na parte de trás dele na direção oposta.

Mas a tecnologia preserva a lei, convertendo eletricidade em microondas no interior da cavidade que se empurram contra o interior do dispositivo, fazendo com que o propulsor acelere na direção oposta.

A NASA afirmou, na última quarta-feira (29), que os pesquisadores do Centro Espacial Johnson tiveram sucesso em um teste realizado com uma unidade de propulsão eletromagnética no vácuo (aqui temos uma grande incoerência, como propulsionar algo eletromagneticamente no vácuo, q implica ausência absoluta de matéria? A teoria do UE explica...). "As medições de impulso da EmDrive desafiam as expectativas da física clássica de que uma cavidade fechada [microondas] devem ser inutilizáveis para a propulsão espacial por causa da lei da conservação do momento", escreveram José Rodal, Jeremias Mullikin e Noel Munson em um post de blog.

A tecnologia da EmDrive foi desenvolvida pelo cientista Roger Shawyer e ridicularizada pela comunidade científica durante anos — até a Boeing licenciá-la e o governo americano aprovar seu funcionamento. Ela poderia tornar o lançamento de satélites no espaço muito mais econômico e ser a chave para resolver a crise de energia, caso a energia solar pudesse ser aproveitada fora dos satélites e enviada de volta à Terra, ainda de acordo com o IBT.

Fonte: Interntional Business Time



Mais sobre esta forma de propulsão por eletromagnetismo:
http://emdrive.com/
https://en.wikipedia.org/wiki/RF_resonant_cavity_thruster
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Ter 29 Set 2015, 06:05

Documentário interessante sobre a missão JUNO da NASA para estudar Júpiter e que lá chegará em 2016.



Interessante notar o grande interesse da agência espacial americana no estudo das auroras de Júpiter, sua interação com campos eletromagnéticos, comparação com as auroras da terra e a ligação de todas estas observações com a teoria do Universo Elétrico.
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Mensagem  domingos.cjm em Ter 29 Set 2015, 07:13

Reparando um buraco
Publicado em 28 de setembro de 2015 por Stephen Smith


A Via Láctea é referida como abrigando um ou mais buracos negros. Crédito: NASA / ESA / Spitzer

29 de setembro de 2015

"Realmente não importa se eu estou errado, eu estou certo ..."

O Instituto Max Planck acrescentou mais combustível para o fogo da física do buraco negro: a ejeção de um "buraco negro supermassivo" (SMBH) a partir de sua galáxia pai. Pesquisadores do departamento de Física Extraterrestre mediram o que parece ser as ondas de gravidade partir de um chamado "evento de ejeção".

De acordo com teorias cosmológicas convencionais, os buracos negros são formados quando uma estrela com uma massa cerca de cinco vezes maior do que o nosso sol usa seu combustível termonuclear e colapsa sob a força de sua própria gravidade. Porque as equações que descrevem a gravidade podem ser manipuladas de forma irracionais, algumas soluções implicam que tal grande estrela pode contrair em um volume de zero contendo massa inercial infinita. Astrofísicos tem sustentado durante anos que os buracos negros são reais e que os seus efeitos podem ser observados, embora eles sejam invisíveis para detecção.

Como teorias sugerem, buracos negros possuem uma atração gravitacional de tal intensidade que nem mesmo a radiação eletromagnética pode escapar do horizonte de eventos. Assim, nenhuma evidência direta da existência de um buraco negro pode ser medida, apenas os efeitos hipotéticos de extrema gravidade. Tais efeitos são referidos como sendo emissões de raios gama, raios-X e radiação ultravioleta extrema de gases e poeira a medida que são compactados em espaços cada vez menores antes de serem aspirados para baixo no esquecimento.

De acordo com a equipe do Max Planck, ondas de gravidade da magnitude colossal espalham-se a partir do Quasar SDSS J092712.65 + 294344.0 enquanto ele ejeta algumas centenas de milhões de massas solares de energia gravitacional de seu núcleo. Ondas gravitacionais são outra construção teórica com nenhuma evidência observacional para confirmar a sua existência. Eles são inferidos pela detecção de linhas de emissão de largo espectro do gás quente que rodeia o buraco negro - uma indicação de ondas de gravidade compactando o gás à medida que ondulam através da região. Mas é isso o que está realmente acontecendo?

As observações da equipe de investigação são de linhas de Fraunhofer de deslocamento Doppler no espectro de J0927. Devido aos cálculos que consideram que "desvio para o vermelho igual a distância e velocidade", o "disco de acreção" da matéria em torno do buraco negro é referido como estar se movendo a 2.650 quilômetros por segundo. Presume-se que a aceleração se origine do "coice" de dois buracos negros colidindo, levando-os a ricochetear e voar para fora de sua galáxia-mãe como uma única combinação supermassiva dos dois.

Em artigos anteriores da imagem do dia, comentou-se que a ideia de buracos negros e as "evidências" indiretas para eles que foram apresentadas pela comunidade científica são questionáveis, na melhor das hipóteses. Qualquer substância com uma temperatura de "milhões de graus" não é um gás é ionizado, mas plasma. O que os cientistas do Max Planck não conseguem perceber é que os raios-X que estão vendo é radiação sincrotron e não o brilho incandescente de gás quente. Os raios-X (e os raios gama e luz ultravioleta) são devido aos elétrons em espiral ao longo campos magnéticos helicoidais.

J092712.65 + 294344.0 está sob estresse elétrico extremo como estão todos os quasares. Para o quasar emitir tais incríveis energias através da compressão gravitacional simples, a poeira e o gás teriam que ser tão densos que iriam exceder a quantidade de material que uma galáxia pode conter. No entanto, a equipe de investigação do Max Planck é de matemáticos, o que lhes permite trabalhar com densidades sem limite. Os buracos negros cujos efeitos são supostamente para estar influenciando o tempo e o espaço em todo o Universo desperdiçam a incrível força da eletricidade.
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Qui 01 Out 2015, 12:14

Imagem interessante da aurora de Júpiter e interação eletromagnética com suas luas.


Imagem de auroras setentrionais de Júpiter, mostrando a oval de aurora principal, as emissões polares e as manchas geradas pela interação com os satélites de Júpiter. Wikipédia
original: John T. Clarke (U. Michigan), ESA, NASA derivative: Ruslik0 - Derivative work based
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Sex 02 Out 2015, 03:39

O iminente “ponto de inflexão” da Ciência
Posted on November 19, 2012 by Wallace Thornhill

Na Ciência, um “ponto de inflexão” [tipping point, no original] deve ocorrer quando o peso das evidências contra uma teoria desequilibra o prato da balança da opinião contra ela. Mas, nesta era espacial, nos maravilhamos com a “realidade virtual” gerada por computadores e o intenso brilho tecnológico da Ciência aplicada. Por isso, alguns podem se surpreender ao tomar conhecimento de que a moderna Ciência teórica está em crise. A pirâmide invertida da Ciência atual se baseia na matemática de partículas e energia imaginárias, descritas por uma teoria quântica acausal, que ninguém pode explicar. Ocasionalmente, cientistas mais sinceros admitem que não entendem fenômenos básicos, como a massa, a gravidade, o magnetismo, os relâmpagos, as galáxias e até mesmo o Sol! Assim, não surpreende que planetas, estrelas e galáxias estejam sendo descobertas onde “não deveriam existir” e a maior parte do Universo visível parece ser uma mera impureza avassalada por misteriosas “matéria escura” e “energia escura”. Em seu papel como um sistema de crenças consensual, a “ciência estabelecida” de hoje está sendo confrontada com contradições surpreendentes e de uma frequência tal que supera a capacidade de serem ajustadas aos dogmas prevalecentes. E, como os mistérios fundamentais persistem como não reconhecidos, os prêmios Nobel de Fisica são conferidos por descobertas puramente imaginárias. A natureza exótica destas descobertas deveria servir-nos como advertência de que a Ciência se encontra à beira de um ponto crítico de uma magnitude sem paralelo.

Ciência disfuncional

A Ciência encontra-se em um ponto de inflexão, porque, tendo-se fragmentado em especialidades e subespecialidades, ela não está mais equipada para lidar com a falsificação de dados.* As barricadas do jargão técnico e das políticas que beneficiam os interesses restritos impedem que os especialistas vejam o que seria bastante óbvio, quando visto de uma perspectiva superior. Tal sistema é avesso aos desafios externos daqueles “que transcendem o convencional” e as principais autoridades se sentem à vontade para ignorá-los. Evidentemente, antes que as barreiras modernas fossem erigidas, foram aceitas contribuições científicas cruciais de “intrusos” [outsiders, no original], como William Herschel, Michael Faraday e outros daqueles que “devem estar livres dos dogmas e preconceitos atuais e são capazes de ver o mundo com novos olhares” (Albert Einstein). Poucas universidades têm demonstrado a coragem de insistir em um quadro amplo e equilibrado do conhecimento atual ou em uma comparação balanceada de pressupostos teóricos e alternativas disponíveis. Hoje em dia, aplicar tais critérios básicos implicaria no risco de desacreditar departamentos inteiros.

Educação disfuncional

Na verdade, poderíamos estar tão distantes de uma “teoria de tudo” significativa, como o homem da Idade da Pedra estava de colocar os pés na Lua. As nossas universidades fomentam uma marcha sincronizada teórica e estreita. A essencial autocorreção requereria o oposto, um horizonte mais amplo, com olhos abertos para idéias e fatos críticos que se apresentassem através de várias fronteiras disciplinares. De fato, isto significaria um retorno aos caminhos interdisciplinares da Filosofia Natural. O conhecimento deveria ser aberto à crítica e a crítica não deveria ser limitada aos pares mais próximos. Uma das maiores falhas da educação moderna é o fato de os estudantes não serem incentivados a cultivar o pensamento crítico, ou explorar possibilidades mais amplas. Ao “bom estudante” de hoje, é pedido que se conforme e absorva o conhecimento pré-empacotado, como se fosse uma espécie de “fast food” intelectual. Porém, em lugar de certezas, deveríamos alimentar os estudantes com dúvidas e mistérios, para ajudá-los a estimular a imaginação e motivar a pesquisa individual. Este é o caminho para a obtenção de inovações.

“A educação científica intensiva e estreita garante que quem se submete a ela jamais fará uma descoberta científica… Nós devemos forjar uma educação pioneira, cujo propósito seja produzir os generalistas imaginativos que podem nos levar a um futuro desconhecido.” (Robert e Michèle Root-Bernstein – Centelhas de gênios: como pensam as pessoas mais criativas do mundo.)

Jogos de computadores e a mídia

Os pesquisadores de hoje têm computadores para simular quase tudo que possam imaginar. A combinação da capacidade de processamento de dados com a imaginação produz os jogos de computadores mais avançados, um mundo virtual onde a fantasia desenfreada pode florescer. “Você pode vender qualquer coisa, se ela for vestida corretamente… Você pode dar um resultado que é um lixo completo, mas, se for tomado fora do contexto, os revisores não podem perceber a diferença”, disse um astrofísico. Palavras duras? Não se se leem os numerosos artigos em que simulações são apresentadas como “provas” de uma teoria. Cada descoberta “surpreendente” resulta em modelos computadorizados ad hoc, construídos a partir de ideias “de prateleira” e softwares que são forçados para fazer aproximações do que se imagina ter sido descoberto. Atrativas “impressões artísticas” geradas por computador ajudam na obtenção de verbas. O projeto dos laboratórios de pesquisa giram em torno das tecnologias de simulação e visualização, como no caso do Grande Colisor de Hádrons. Com isso, as bibliotecas científicas são entupidas com um excesso de literatura técnica ilegível e que permanece sem ser lida, enquanto a distinção entre a própria natureza e os “mundos virtuais” da mídia popular se torna cada vez menos nítida. Neste círculo vicioso mortal, o mundo virtual ganha publicidade e verbas. Enquanto isso, declina, progressivamente, a inspiração que atrai as mentes jovens para as verdadeiras descobertas.



No livro “Como Einstein arruinou a Física” (How Einstein Ruined Physics), Roger Schlafly, ele próprio um doutor em Matemática pela Universidade da Califórnia em Berkeley, escreve: “A Física moderna foi tomada por pesquisadores acadêmicos que se autodenominam físicos teóricos, mas que, na verdade, fazem ficção científica. Eles não são matemáticos que provam os seus resultados com a Lógica, e não são cientistas que testam as suas hipóteses com experiências. Eles fazem afirmativas grandiloquentes sobre como as suas fórmulas criativas vão explicar como o mundo funciona e, ainda assim, não proporcionam qualquer meio de se verificar se existe alguma validade em suas ideias.”

A Matemática é uma grande ferramenta, mas não é Física. Um lucrativo prêmio foi recentemente conferido a um astrofísico australiano que incentivava os estudantes a imitá-lo e a “ver as coisas como problemas matemáticos, em vez de como problemas físicos”. Isto, vindo de uma pessoa que nos deu a imaginária “matéria escura”, para permitir o acerto matemático para o problema físico. Para seu crédito, Albert Einstein demonstrava um entendimento melhor, ao dizer que, “na medida em que as leis da Matemática se referem à realidade, elas não são verdadeiras; e, na medida em que elas são verdadeiras, não se referem à realidade”.

Financiamento das pesquisas

A ciência do consenso e a necessidade desesperada de publicar artigos em umas poucas revistas “reconhecidas” são os combustíveis da censura da revisão de pares, da publicação seletiva de dados, das tendências confirmatórias e, em alguns casos, da fraude. Os pedidos de verbas para pesquisas deveriam ser submetidos ao escrutínio público. Se a pesquisa não puder ser explicada e justificada perante árbitros qualificados e submetida à crítica qualificada, qual é a base para a confiança depositada nas multibilionárias aventuras científicas de hoje? O “confiem em nós, somos os especialistas”, não é aceitável. A confiança cega nos levou a questionáveis projetos multibilionários como o Grande Colisor de Hádrons, de 9 bilhões de dólares, e o Reator Experimental Termonuclear Internacional (ITER), de 16 bilhões e 30 anos – que, quando analisados de forma crítica, ficam longe das justificativas científicas de que o público tem todo o direito de esperar.

A Cosmologia como um mito

A Cosmologia atual, ao tentar proporcionar-nos o quadro maior, compete com a Religião, ao investir em um mito alternativo da criação, que passa por cima das leis da Física observadas. O mito é o chamado “Big Bang”, e ele não faz sentido. O que observamos é que a matéria “tranca” a energia eletromagnética, que se manifesta como massa, de acordo com a fórmula E = mc2 (não se necessita de qualquer hipotético bóson de Higgs). Mas não temos nenhuma ideia de como a energia pode criar a matéria (seja lá o que isto acabar sendo). Então, nada podemos dizer sobre a criação do Universo. Embora pareça explicar certos fenômenos observados, o Big Bangrequer que racionalizemos um imenso campo de anomalias que se acumulam, forçando os cosmologistas a devotar a maior parte do seu tempo a inventar maneiras de contornar as contradições, com a introdução de construções puramente teóricas, como a matéria escura, a energia escura, os buracos negros e muitas outras. O vocabulário exótico que tem emergido disto falha em todos os testes racionais da “navalha de Occam”.** Os resultados inesperados são enfrentados com soluções ad hoc. Há sempre uma resposta.

O mito do Big Bang, com o seu bizarro retrato da nossa situação no Universo, afeta a sociedade com a sua desesperança e o desperdício de dinheiro e recursos. A Cosmologia moderna se expõe como uma religião secular competidora, com o seu próprio criacionismo e os cenários de fim do mundo. A Ciência ainda não se livrou das algemas do nosso passado incompreendido.

Cosmologia por modelos computadorizados

Um critério para uma cosmologia bem sucedida é a sua capacidade de prever novas prováveis descobertas e caminhos de pesquisa em outras disciplinas. A cosmologia do Big Bang não passa neste teste. Hoje, as incessantes surpresas causadas pelos dados astronômicos discordantes nunca provocam um repensamento radical das premissas básicas. O “de volta à prancheta”, nunca significa começar de novo. Os mistérios mencionados anteriormente ficam intocados. Ninguém lê os artigos originais dos quais o dogma emergiu. As surpresas, simplesmente, alimentam o circuito ciência-mídia-financiamento, para promover absurdos improvisados – “provados” pelos modelos computadorizados. Mas os modelos computadorizados não podem provar nada. A maioria deles se baseia em conceitos inválidos, como o de tratar o plasma espacial como um gás magnetizado, e têm tantos parâmetros ajustáveis que os modelos não são “falsificáveis”. Os físicos são treinados para trabalhar em um vácuo intelectual. O resultado é uma falta de progresso real, que se disfarça por cabeçalhos científicos crescentemente bizarros e promessas de sucessos futuros, que nunca chegam. Considere-se, por exemplo, as promessas velhas de décadas da energia termonuclear limpa e ilimitada, “como o Sol”. O fracasso de se obtê-la nunca provocou quaisquer novos conceitos sobre o Sol. Mas isto poderia ser uma pista.

* O método da “falsificabilidade” foi elaborado pelo filósofo da ciência austríaco-britânico Karl Popper (1902-1994). Segundo ele, as hipóteses ou teorias científicas devem ser permanentemente submetidas a testes e críticas, para detectar-lhe os erros ou falhas. O papel dos testes seria o de demonstrar a falsidade das proposições, e não a sua exatidão. – N. dos E.

** A “navalha de Occam” é um princípio lógico atribuído ao franciscano inglês Guilherme de Occam (séc. XIV), segundo o qual a explicação de qualquer fenômeno deve considerar apenas as premissas estritamente necessárias para tanto, descartando-se as que não teriam qualquer influência aparente sobre eles. Ou, em outras palavras, se as várias explicações de um fenômeno forem idênticas em tudo o mais, a mais simples é a melhor. – N. dos E.
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Sab 03 Out 2015, 11:35



Um dos colaboradores da teoria do Universo Elétrico foi o grande astrônomo americano Halton Arp (1927-2013), conhecido pelo seu Atlas de Galáxias Peculiares, que cataloga muitas galáxias em processo de interação e de fusão. Para um bom resumo s/ o trabalho dele na Wikipédia visite:

Atlas of Peculiar Galaxies



As Galáxias Antena (Arp 244), imagem do Telescópio Espacial Hubble
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Dom 18 Out 2015, 13:31

Retorno de uma consulta ao Google sobre o Éter, atualmente denominado Plasma.

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Com o que sabemos hoje em dia sobre o espaço como essa afirmação pode ser feita?!?
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Dom 18 Out 2015, 13:35

Retorno de uma consulta ao Google sobre o Éter, atualmente denominado Plasma.



Com o que sabemos hoje em dia sobre o espaço como essa afirmação pode ser feita?!?
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  Bruno em Dom 18 Out 2015, 16:30

domingos.cjm escreveu: o Éter, atualmente denominado Plasma.
Para encaixar o conceito de Éter por inteiro no espaço não pode haver nenhum vácuo, pois o éter deveria relacionar-se com todos os elementos, e nenhum deles iria oferecer resistência portanto com nenhum deles ele se relacionaria em particular. O éter para existir deve se relacionar com tudo em igual medida, por que assim não deixará espaço para nenhum tipo de diferença ou resistência e nem mesmo o vácuo. Não há meios de encontrar o éter matemáticamente por ele não poder ser mensurado, já que por não possuir partes proporcionais ou dimensões particulares não se tem como encontrar matemáticamente algo imensurável, e não havendo espaços vazios o éter tornaria-se imensurável, ou impossível de ser abarcado por alguma medida ou encaixado numa fórmula.

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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Dom 18 Out 2015, 22:12

E é aí q entra o problema da astronomia moderna dominada por 'astromatemáticos'. Formulações matemáticas não podem renegar a realidade ou reconstruir o universo. Se há vento solar não há vácuo, pois se partículas estão atravessando um determinado espaço a qq tempo este espaço não é vácuo.

Para um excelente vídeo s/ a interferência exagerada da matemática no entendimento do universo:



_____________________________________________

Informação interessante p/ o Moderador

A página com a tradução do guia essencial do Universo Elétrico foi incorporada no site americano e eventualmente poderá gerar mais acessos e novos membros.

https://www.thunderbolts.info/wp/eu-guides/translations/

Procurar por:
For the translation to Portuguese of the Essential Guide to the EU:
http://astronomia.forumeiros.com/t1893p15-domingos-trocar-ideias-s-teoria-do-universo-eletrico
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spica Vídeos traduzidos para o português

Mensagem  domingos.cjm em Seg 26 Out 2015, 03:24

Vídeos traduzidos para o português
Uma das melhores formas de entrar em contato com a teoria do Universo Elétrico é através de seus excelentes vídeos, que infelizmente até recentemente só estavam disponíveis em inglês ou em uma pobre versão legendada pelo google em outras línguas como o português.

Conversando com algumas pessoas aqui no fórum percebi q essa barreira de idioma é realmente importante, então entrei em contato com o site e iniciei um esforço de tradução que resultou até agora em dois vídeos traduzidos listados abaixo:

Episode 2 Symbols of an Alien Sky: The Lightning Scarred Planet, Mars (Full Documentary)




Symbols of an Alien Sky (Full Documentary)




Para ativar a legenda em português

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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  ZelvisCch em Seg 26 Out 2015, 08:33

Agora sim... Meu ingles é muito fraco... Essa legenda, mesmo "Googlada", me ajudará bastante para entender.
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Qua 28 Out 2015, 11:57

domingos.cjm escreveu:Retorno de uma consulta ao Google sobre o Éter, atualmente denominado Plasma.

Com o que sabemos hoje em dia sobre o espaço como essa afirmação pode ser feita?!?
Mais uma pérola espacial na internet em português (Wikipédia)



Depois da sonda espacial Rosetta essa afirmação ainda se justifica??
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spica Re: NASA já tomou conhecimento do Universo Elétrico, e vc?

Mensagem  domingos.cjm em Qua 28 Out 2015, 12:43

domingos.cjm escreveu:Mais uma pérola espacial na internet em português (Wikipédia)

Depois da sonda espacial Rosetta essa afirmação ainda se justifica??
Não suportei ver tamanha sandice e alterei o texto na Wikipédia para:

"Sua teoria foi invalidada quando a sonda espacial Rosetta da Agência Espacial Europeia (ESA) fotografou o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko em 2014. O módulo pousador Philae, que pousou no cometa em 12 de novembro de 2014, não encontrou o solo poroso que se esperava quicando várias vezes até parar em uma posição desprivilegiada que impediu a realização dos testes programados."

Agora é ver se o revisor mantém o texto.
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